Rota do Românico

A sub-região do Vale do Sousa possui um importante e valioso património constituído por edifícios românicos. Estes são parte integrante da memória colectiva mas, igualmente, representam um potencial de qualificação cultural e turística do território.

Nesse sentido, no seio do Plano de Desenvolvimento Integrado do Vale do Sousa (PROSOUSA) surgiu a ideia de valorizar este património, em colaboração com o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e com a Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), tendo sido elaborados relatórios preliminares que fizeram a selecção do património que poderá integrar a Rota do Românico do Vale do Sousa (RRVS).

O relatório incluiu 19 imóveis, que foram alvo de processos de inventariação e orçamentação das intervenções a desenvolver pela DGEMN, com vista à recuperação, beneficiação e criação de condições de visitabilidade aos imóveis e a implementação de um itinerário de visita integrado para a valorização cultural e divulgação turística.

Paralelamente, determinou-se a necessidade de trabalhar na componente imaterial do projecto, elaborando-se uma monografia sobre o património românico do Vale do Sousa enquanto elemento estruturador da Rota.

Ultrapassados os constrangimentos financeiros dessa altura, a Rota do Românico do Vale do Sousa foi definida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), no ano de 2000, como um projecto âncora da área de Intervenção de Base Territorial (AIBT).

Além da DGEMN e do IPPAR, o Programa de Implementação e Dinamização Turística e Cultural da Rota do Românico do Vale do Sousa, apresentado em 2004, conta com a colaboração da Associação de Municípios do Vale do Sousa/Comunidade Urbana do Vale do Sousa (Valsousa), do Instituto de Turismo de Portugal (ITP), da Associação para o Desenvolvimento do Turismo na Região do Norte (ADETURN), a Diocese do Porto, as seis câmaras municipais e o Gabinete de Apoio Técnico (GAT) do Vale do Sousa.

Nesta altura, aos 19 monumentos inicialmente identificados juntam-se mais dois e contratualizam-se os direitos e deveres de todas as entidades envolvidas, bem como o conjunto base de acções necessárias para a sua dinamização.

Os primeiros protocolos com os representantes eclesiásticos das paróquias onde se localizam os monumentos são assinados em 2003 e, três anos mais tarde à, formalmente, constitução da a equipa da RRVS.

Independentemente das motivações de cada visitante, a Rota do Românico do Vale do Sousa tem um vasto leque de ofertas turísticas, que podem ser complementadas com diversas sugestões, do cultural ao gastronómico, passando pelo turismo de aventura ou um belo passeio a cavalo.

Visitar os monumentos do Românico é uma experiência a realizar calma e tranquilamente, ao longo de um período alargado de tempo, no sentido de desfrutar plenamente de todas as potencialidades da região. No entanto, quem tiver menos tempo disponível também pode ficar a conhecer a Rota do Românico. Nesse sentido, apresentamos três sugestões para descobrir o património arquitectónico e cultural do Vale do Sousa. Uma é, de certeza, a mais indicada para si.

Para mais informações, por favor visite o site oficial da Rota do Românico do Vale do Sousa (RRVS): http://www.rotadoromanico.com (abre numa nova janela).

  • Logótipo Rota do Românico
 
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